sábado, 30 de setembro de 2023

DE OLHO NO AGRO PARTE 04

 


SEMPRE É BOM OLHAR O JORNAL DO AGRO E OS VÍDEOS

Empreendimentos brasileiros estão ajudando o desenvolvimento da produção agrícola nacional. 

VEJA VÍDEOS

Jornal do Agro Online, [21/09/2023 21:26] NOTÍCIA
https://www.jornaldoagroonline.com.br/noticias/1440/onze-sao-indiciados-em-relatorio-final-da-cpi-do-mst


Jornal do Agro Online, [22/09/2023 09:04] NOTÍCIA
https://www.jornaldoagroonline.com.br/noticias/1441/fpa-aponta-desrespeito-a-constituicao-em-decisao-do-stf-sobre-marco-temporal


Jornal do Agro Online, [22/09/2023 09:46] CARNE
https://www.jornaldoagroonline.com.br/noticias/1439/preco-da-carne-no-avanca-a-maior-diferenca-em-relacao-a-arroba-do-boi-para-abate


Jornal do Agro Online, [22/09/2023 11:18] MOLUSCOS
https://www.jornaldoagroonline.com.br/noticias/1433/mapa-aprova-programa-de-controle-sanitario-para-moluscos


Jornal do Agro Online, [22/09/2023 12:08] BOI VIVO
https://www.jornaldoagroonline.com.br/noticias/1442/boi-vivo-brasileiro-tem-novos-mercados-na-europa-e-asia


Jornal do Agro Online, [22/09/2023 13:03] FERROGRÃO
https://www.jornaldoagroonline.com.br/noticias/1435/moraes-suspende-acao-sobre-a-ferrograo-no-supremo


Jornal do Agro Online, [22/09/2023 14:10] CAFÉ
https://www.jornaldoagroonline.com.br/noticias/1437/exportacao-de-cafe-brasileiro-bate-novo-recorde


Jornal do Agro Online, [22/09/2023 15:44] FRANGO
https://www.jornaldoagroonline.com.br/noticias/1443/associacao-se-manifesta-sobre-suspensao-das-exportacoes-de-frango-do-ms-para-o-japao


Jornal do Agro Online, [22/09/2023 16:31] PROPRIEDADES
https://www.jornaldoagroonline.com.br/noticias/1445/o-stf-esta-destruindo-o-direito-de-propriedade-no-brasil-diz-lider-da-maior-bancada-do-congresso-nacional


Jornal do Agro Online, [22/09/2023 17:25] ANIMAL
https://www.jornaldoagroonline.com.br/noticias/1448/aberta-a-consulta-publica-para-normas-de-material-de-multiplicacao-animal

Jornal do Agro Online, [22/09/2023 18:46] LARANJAS
https://www.jornaldoagroonline.com.br/noticias/1451/com-colheita-a-todo-vapor-sobe-demanda-por-laranjas


Jornal do Agro Online, [23/09/2023 08:19] ECOSISTEMA
https://www.jornaldoagroonline.com.br/noticias/1436/planta-da-caatinga-em-ambiente-atipico-no-rj-traz-riscos-ao-ecossistema


Jornal do Agro Online, [23/09/2023 09:05] PRIMAVERA
https://www.jornaldoagroonline.com.br/noticias/1453/primavera-comecou-as-3h50-deste-sabado


Jornal do Agro Online, [23/09/2023 10:34] DIA DA ÁRVORE
https://www.jornaldoagroonline.com.br/noticias/1454/agro-paulista-comemora-o-dia-da-arvore


Jornal do Agro Online, [23/09/2023 11:46] RENEGOCIAÇÃO
https://www.jornaldoagroonline.com.br/noticias/1450/comissao-prorroga-prazos-para-renegociacao-de-dividas-no-campo


Jornal do Agro Online, [23/09/2023 12:26] PRIMAVERA
https://www.jornaldoagroonline.com.br/noticias/1455/primavera-estacao-traz-transicao-de-seca-para-chuva-na-maior-parte-do-pais


Jornal do Agro Online, [23/09/2023 13:34] SUBSIDIO
https://www.jornaldoagroonline.com.br/noticias/1456/produtores-terao-subsidio-para-comercializacao-de-borracha-natural

Jornal do Agro Online, [23/09/2023 14:22] CAFÉ
https://www.jornaldoagroonline.com.br/noticias/1457/por-fraude-saude-publica-tira-de-circulacao-lotes-de-cafe-torrado-e-moido


Jornal do Agro Online, [23/09/2023 15:49] FRANGO
https://www.jornaldoagroonline.com.br/noticias/1452/sobre-o-preco-do-frango-ao-consumidor-brasileiro


Jornal do Agro Online, [23/09/2023 17:10] LEITE
https://www.jornaldoagroonline.com.br/noticias/1446/representantes-do-agro-cobram-governo-para-salvar-cadeia-produtiva-do-leite


Jornal do Agro Online, [24/09/2023 09:14] MAÇÃ
https://www.jornaldoagroonline.com.br/noticias/1459/mesmo-com-demanda-aquecida-estoques-estabilizam-precos-da-maca


Jornal do Agro Online, [24/09/2023 10:15] EL NINO
https://www.jornaldoagroonline.com.br/noticias/1447/estudo-aponta-efeitos-do-el-nio-no-brasil-em-2023


Jornal do Agro Online, [24/09/2023 10:54] BANANAS
https://www.jornaldoagroonline.com.br/noticias/1458/estado-de-sp-produz-26-das-bananas-do-pais


Jornal do Agro Online, [24/09/2023 11:57] MADEIRA
https://www.jornaldoagroonline.com.br/noticias/1449/avanca-no-congresso-o-estimulo-a-producao-de-madeira-certificada-em-lotes-da-reforma-agraria


Jornal do Agro Online, [24/09/2023 12:36] PECUÁRIA
https://www.jornaldoagroonline.com.br/noticias/1460/brasil-acumulou-recordes-de-producao-na-pecuaria-em-2022


Jornal do Agro Online, [24/09/2023 13:31] SUPERAVIT
https://www.jornaldoagroonline.com.br/noticias/1461/agro-paulista-acumula-us-144-bilhoes-de-superavit


Jornal do Agro Online, [24/09/2023 16:57] COTAÇÃO
https://www.jornaldoagroonline.com.br/noticias/1462/milho-tem-cotacao-estavel-no-brasil-e-no-exterior

Jornal do Agro Online, [24/09/2023 18:34] BATATA
https://www.jornaldoagroonline.com.br/noticias/1463/com-aumento-da-oferta-preco-da-batata-tem-reducao-para-o-consumidor-final


Jornal do Agro Online, [25/09/2023 09:05] EXPORTAÇOES 

Jornal do Agro Online, [25/09/2023 09:54] TECNOLOGIA

Jornal do Agro Online, [25/09/2023 10:49] CADASTRO

Jornal do Agro Online, [25/09/2023 11:28] MOSCAS DAS FRUTAS

Jornal do Agro Online, [25/09/2023 14:11] LEITE EM PÓ

Jornal do Agro Online, [25/09/2023 16:04] TESE FINAL

Jornal do Agro Online, [25/09/2023 18:39] CHUVAS

Jornal do Agro Online, [25/09/2023 19:26] CURSOS

Jornal do Agro Online, [25/09/2023 20:10] MANDIOCA

Jornal do Agro Online, [26/09/2023 07:25] CICLONE







sexta-feira, 29 de setembro de 2023

DE OLHO NO AGRO PARTE 03

 


SUSTENTABILIDADE NO AGRONEGÓCIO:
Entenda como fica o setor


A sustentabilidade no agronegócio passou a ser um dos principais pilares do segmento e, praticamente, uma moeda de troca entre produtores, indústrias, funcionários e governos investidos no ramo.

No entanto, mesmo sendo extremamente visada, a prática ainda não está muito bem estabelecida no Brasil. Mas a culpa não é inteiramente nossa.

Segundo os livros de história, desde a descoberta do nosso país, crescemos e desenvolvemos a nossa cultura a partir da exploração e hábitos irresponsáveis. Cenário pouco provável para promovermos uma cultura rica e respeitosa pensando em termos como sustentabilidade, ecologia, biodiversidade, entre outros.

Mesmo com tantos desafios, o Brasil já parece se mover e estar pronto para essa nova etapa do agronegócio: mais limpo, mais consciente, mais diverso e mais respeitoso. Com investimentos do governo, entidades e organizações tentando promover essa cultura, é possível que os nossos recursos naturais não sejam mais extintos ou entrem em escassez.

Existem muitas vertentes para entendermos como se dá a sustentabilidade no agronegócio. Quer saber mais como a sustentabilidade e respeito ao meio ambiente passarão a ditar os processos e etapas da indústria agrícola?

Então basta acompanhar a leitura! 

UMA INTRODUÇÃO
Historicamente, as práticas inadequadas nas cadeias produtivas ligadas ao agronegócio causaram um impacto negativo muito grande ao nosso país, especialmente na fauna e flora. Desde os tempos da colônia portuguesa, os biomas Mata Atlântica e Caatinga sempre foram afetados pela pecuária extensiva, pela extração da cana-de-açúcar e pela matança extensiva de espécies únicas. 

Essa criação problemática trouxe raízes das quais, até hoje, estamos tentando nos livrar. Especialmente esse novo momento do agronegócio.


Apesar de termos encarado uma das piores recessões na história do nosso país, o agronegócio continuou crescendo e amenizando os seus efeitos. Segundo estimativas, 30% do nosso Produto Interno Bruto (PIB) advém do agronegócio. Essa porcentagem comprova quão fundamental o setor é para a economia brasileira.
Com o crescente aumento das demandas globais por produtos novos e comercialização mais agressiva, o setor entra em uma fase em que os consumidores não querem apenas bons produtos. Eles querem produtos com valor agregado. E a forma de agregar valor às frutas, legumes, grãos e vegetais vem por meio do cultivo e extração sustentável. Isso vai dos pequenos produtos até aos commodities brasileiros. 

Nos últimos anos, os commodities, em geral, tiveram seus preços elevados. E considerando que esse segmento é extremamente valioso para a nossa economia, ficou cada vez mais complicado continuar a sua comercialização e exportação se as práticas de extração desses materiais não se enquadram nos padrões de conscientização ambiental. 




SOJA, MILHO E CAFÉ : SÃO ALGUNS DOS PRINCIPAIS COMMODITIES.
Muito importantes para a nossa economia, o conjunto de produtos continua em exportação e visado pelo mercado, mesmo com a pandemia do coronavírus. 

O Brasil segue com um cenário favorável para a sua expansão agrícola: seus solos, variedade de produtos, temperatura, calor e irrigação colaboram para a produção desses itens e, graças às nossas estações, temos o benefício de possuir mais de uma colheita de safra por ano (coisa que muitos países não possuem).

Para o mercado mundial, também temos produtos e commodities o suficiente para suprir a demanda intensa de outros países. Dessa forma, nunca os produtores se viram ganhando tanto, mesmo considerando os impactos econômicos causado pela pausa dos setores em virtude da Covid-19. 

Mas agora, o desafio para melhorar ainda mais o nosso setor é passar a implementar processos eficientes de controle e monitoramento da expansão agrícola. Isso significa ter que reduzir os processos de degradação ambiental e tornar todas as atividades menos impactantes para a natureza. O problema é que o cenário do agronegócio continua deixando a desejar — e muito — em termos de sustentabilidade.  


De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da USP (Cepea), cerca de 43% de tudo que é produzido pelo setor da agricultura é exportado para outros países. Além disso, seus compradores tornam-se cada dia mais exigentes em relação aos padrões de qualidade e, especialmente, de produção sustentável. 

O universo passou a perceber uma necessidade de aplicarmos e debatermos a sustentabilidade na agricultura. Agora existe uma demanda crescente por ambientalismo e práticas sustentáveis, especialmente se colocarmos na balança todos os impactos ambientais causados por práticas de agronegócio irresponsáveis e caóticas.

Com espaço de terras de cultivo cada vez menor, no Brasil e no mundo, os agricultores começaram a pensar em novas metodologias para atender aos altos níveis da produção sem causar mais devastação ambiental e desequilibro ecológico das áreas. Todas essas práticas completam uma dinâmica maior chamada de agricultura sustentável. 

O que é e como funciona a agricultura sustentável
Antes de falarmos especificamente sobre agricultura sustentável, precisamos falar sobre o que é sustentabilidade. 

Sustentabilidade
De forma simples, “sustentabilidade” pode ser descrita como um sistema que permite a sua permanência por um determinado prazo ou condição de um processo. Entretanto, nos últimos anos, o conceito que passou a valer foi o que define-a como:

o princípio a qual o uso dos recursos naturais para a satisfação de necessidades presentes não podem comprometer a satisfação das necessidades das gerações futuras.

No ano de 1987, a Organização das Nações Unidas (ONU) lançou um documento que passaria a colocar de vez o conceito dentro do ciclo produtivo e capitalista. Conhecido como “Relatório Brundtland”, ele foi desenhado para ser o porta-voz do desenvolvimento sustentável. De acordo com o relatório, é preciso considerar a sustentabilidade ambiental, econômica e sociopolítica nesses polos para se ter um ecossistema amigável. 


 
A sustentabilidade tem sido cada vez mais benquista no agronegócio. Ela passou a ser aplicada diretamente na cadeia produtiva do setor por meio de tecnologia e de pesquisa. A questão é que a sustentabilidade não é apenas um fator que deve ser considerado para otimizar a produtividade: a população e do mercado internacional passaram a ser mais exigentes em relação aos produtos que consomem.
No que se refere às questões ambientais, o documento faz um apontamento afirmando que todos os recursos naturais demandam uma série de cuidados especiais para que possam continuar existindo, mesmo após inúmeras formas de extrações. Dessa forma, todas as formas de sustentabilidade (como a sociopolítica e econômica, por exemplo), só existem quando a sustentabilidade ambiental é devidamente aplicada e respeitada. 

Passando um pouco na frente do tempo, segundo o editorial publicado pela revista acadêmica Química Nova, no ano de 2010, a conversação ambiental deve estar contida em todas as políticas de desenvolvimento de um país. Aliás, é importante ressaltar que ela não é apenas responsabilidade do Estado, mas de todos os agentes sociais, como as empresas que fazem parte daquele sistema e também da própria população. 

Agora que ficou claro como é e como funciona a sustentabilidade, podemos finalmente entrar no tópico sobre agricultura sustentável.

AGRICULTURA SUSTENTÁVEL 
A agricultura sustentável é um polo de união entre o respeito profundo pelo meio ambiente e pela viabilidade de um negócio, considerando a ótica social e econômica. Para a agricultura ser, de fato, considerada sustentável é importante assegurar que as próximas gerações consigam elevar a qualidade de vida no mundo inteiro e atendar todas as demandas da dinâmica de produção. 

Para começar a aplicar a sustentabilidade no agronegócio é uma questão de simplesmente focar em:

Aumentar a produção dos alimentos;
Melhorar a segurança alimentar e não afetar a forma que as próximas gerações consigam continuar desfrutando desses recursos naturais.
De quebra, aplicando essas práticas sustentáveis, o setor também conseguirá melhorar a sua imagem perante os consumidores e o mercado internacional. Os empreendimentos do setor passarão a sentir o delicioso gosto do respaldo e ganharão também mais valor agregado. 


Algumas medidas sustentáveis que são levantadas pelo agronegócio são a melhoria no uso da terra, economia e reutilização de recursos, entre outros. O principal foco aqui é potencializar esses fatores para aumentar a produtividade e reduzir os gastos do setor. Essa necessidade vem sendo aliada juntamente à modernização dos métodos de produtividade sustentáveis.
Se pudermos justificar de uma maneira mais simples, um sistema de agronegócio sustentável respeita o meio ambiente, é economicamente viável e consegue ser justa no ponto de vista social e político. Hoje, a agricultura ocupa cerca de 32% das terras brasileiras. Ou seja, relacionar essa produção agrícola com responsabilidade ambiental é extremamente pontual e coerente. 

A sustentabilidade brasileira
Desde a sua “descoberta”, o Brasil foi formado na base da exploração: quando a colônia portuguesa passou a se apropriar das nossas terras e recursos naturais, como o pau-brasil e minérios. Parece que foi escrito na nossa certidão de nascimento. De lá para cá, pouca coisa mudou e ainda podemos ver reflexos dessa formação problemática até os dias de hoje. 

Se considerarmos a formas como o mundo se preparou ou se prepara para essa nova onda ecológica, o Brasil encontra-se uma em posição muito inferior. Aliás, são diversos os países que colocam esse assunto como pauta prioritária em seus diversos aspectos: economia, governo, produção, lixo urbano, gestão, implantação de negócios, entre outros, todas levam em consideração o olhar da sustentabilidade. 


No entanto, já podemos ver uma luz no final do túnel. Foi apontado que existem agroindústrias, fábricas, propriedades e indústrias que já trabalham com mecanismos sustentáveis, mais ainda há espaço para mais crescimento desse “braço” da nossa economia e produção.
Portanto, a questão da sustentabilidade é um assunto mais sério, principalmente para o nosso país. Especialmente porque o agronegócio é um dos grandes pontos de segmentação do nosso PIB, ou seja, ele está presente, seja de forma coerente ou irresponsável. 

A ECONOMIA VERDE 
Para aplicar sustentabilidade no agronegócio, uma coisa é certa: teremos que investir em economia verde. 

Conforme já foi dito neste texto, desde a gêneses do nosso país, não desenvolvemos uma preocupação com sustentabilidade. Por isso, é extremamente natural que a indústria e o agronegócio acabem por não seguir alguns protocolos básicos considerando essa pauta. Ainda precisamos crescer muito nesse aspecto, aliás. 

Na contramão da sustentabilidade, o governo brasileiro tem aprovado algumas medidas que sujam a imagem do agronegócio como um sistema de responsabilidade social e ambiente. Algumas ações são as críticas a ambientalistas, o mal-estar perante o relacionamento do Brasil a Organização das Nações Unidas, a liberação de diversos agrotóxicos, o fechamento da secretaria de Mudanças Climáticas, a indicação de nomes com pouco — ou nenhum, algumas vezes — histórico na área ambiental para cargos no governo.

Sim, já conseguimos mostrar todo o nosso potencial produtivo. Inclusive, o Brasil passa até mesmo dos Estados Unidos no mercado de soja. Já para cana-de-açúcar, café, laranjas e milho, passamos do mundo inteiro. O problema, é que as nossas práticas de extração e produção não seguem protocolos “verdes”, colocando em cheque o nome do nosso país em relação às novas questões de sustentabilidade. 

Por isso, precisamos pensar mais em economia verde. Mas o que é economia verde?

A Economia Verde está diretamente relacionada com as mudanças climáticas: baixa emissão de carbono, eficiência energética, energia renovável, entre outros. Além disso, é uma economia capaz de resultar melhoria do bem-estar da sociedade, igualdade e reduz significantemente os riscos ambientais. 

Outros fatores que podem ser impulsionados para o desenvolvimento de uma economia verde são: uso de recursos e previnam perdas de biodiversidade e serviços ecossistêmicos, aumento da renda e de emprego deve ser impulsionado por investimentos públicos e privados que reduzam as emissões de carbono, aumento da eficiência energética, entre outros.
De acordo com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, “uma Economia Verde pode ser considerada como tendo baixa emissão de carbono, é eficiente no uso de recursos e socialmente inclusiva”.

ECONOMIA VERDE NO BRASIL 
As fontes renováveis de energia são um grande exemplo de desenvolvimento sustentável no Brasil. Por exemplo, em 2015, uma total de 90% das novas energias geradas vieram de fontes renováveis, como eólica, solar, hidráulica, entre outras, todas servindo como uma forma de economia verde. 

A reciclagem, outro aspecto parte da economia verde, também vem ganhando força no nosso país. Segundo dados, 18% dos resíduos gerados nas cidades são reciclados. Essa força está diretamente ligada ao aumento dos postos de coleta de lixo reciclável.

Cada vez mais presentes nos estados brasileiros, as águas de reuso são aquelas que já foram utilizadas em outras atividades humanas, mas que ainda podem ser aproveitadas. O setor industrial conta com o seu auxílio para diferentes tarefas diferentes. Segundo um relatório da PNUMA, de 2017, o aumento da demanda dos recursos hídricos tornou necessária a prática das águas adotando um modelo de “redução, reutilização, reciclagem e recuperação dos recursos”. 

É importante ressaltar que a reciclagem impacta diretamente no meio ambiente e em comunidades locais que funcionam como operadores do setor, fugindo do desemprego. Formando, assim, um ciclo de sustentabilidade.

Os maiores e principais impactos ambientais causados pelo agronegócio
O agronegócio brasileiro, durante muitos anos, aplicou técnicas irresponsáveis e nada sustentáveis durante odas as etapas de extração de insumos, materiais, recursos, entre outros. Considerando essas ações do agronegócio, a indústria passou a revisar e rever algumas dessas práticas ao aplicar novas técnicas de produção e deixar de lado a utilização de agrotóxicos (entre outros produtos).

Legado do agronegócio: somente no ano de 2016, quase 8 mil km² foram desmatados na Floresta Amazônica. Mas o desmatamento aqui nunca foi novidade. Dos anos 1970 para cá, cerca de 770 mil km² de mata foram destruídos. Ainda assim, a taxa de desmatamento conseguiu diminuir na última década. Por meio de campanhas de conscientização pretendia-se atingir um nível zero de desmatamento até 2020.
No entanto, os anos de práticas indevidas levaram a impactos severos do agronegócio na natureza, como: 

Poluição atmosférica por conta da emissão de gases;
Geração de resíduos e desperdício; 
Desmatamento de diversas matas, florestas e biomas importantes; 
Poluição geral de muitos solos e da água; 
Assoreamento dos rios e erosão; 
Diminuição da biodiversidade em regiões críticas.
Mesmo que o Brasil seja um exemplo mundial de agronegócio, a única forma que a sua imagem e potencial poderá ser amplamente mimicada por outras nações ou modalidades de negócio é se a agricultura e a agroindústria passarem a se preocupar mais com a natureza, seja com a sua preservação ou com a sua conservação. 

A disputa entre a Sustentabilidade Ambiental e o Agronegócio
Infelizmente, as pautas de sustentabilidade demoraram a aparecer no setor do agronegócio brasileiro. 

Foi apenas nos últimos anos que as políticas governamentais começaram a unir forças para fazer com que o setor agrícola passasse a atentar para questões ecológicas, desde ao respeito primário ao meio ambiente ao desenvolvimento de programas com o objetivo de cultivar um espaço mais livre e sustentável. 

A sustentabilidade no agronegócio tem sido a casa de algumas novas empreitadas: no campo do maquinário, por exemplo, existe um investimento muito grande em pesquisa para desenvolver veículos inteligentes, criação de combustível ou para alternativas aos produtos derivados do petróleo. A empresa Case IH, subsidiária do Grupo Fiat, recentemente desenvolveu uma colheitadeira cujo motor foi desenvolvido para reduzir o consumo de diesel sem perdas operacionais.
De acordo com dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, o Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio corresponde por pouco mais de 20% de toda a atividade econômica do Brasil. Em 2018, a retomada da agroindústria levou ao aumento de 3,4% do PIB Brasileiro. No entanto, em anos anteriores, o PIB do agronegócio já atingiu marcas maiores, graças a força do setor primário e com a venda da safra recorde de alguns commodities.  

Para mudar os comportamentos atuais em relação às práticas de extração, entre outras medidas do agronegócio, existe um grande obstáculo: desenvolver formas efetivas de política. Essas medidas devem tentar apresentar políticas voltadas a:

Utilização dos recursos naturais de forma racional e coerente;
Introduzir uma gestão que seja participativa nas decisões públicas e privadas aos principais interesses da sociedade;
Educar nas escolas e faculdades sobre a questão da sustentabilidade;
Analisar como os avanças tecnológicos e científicos poderão aprimorar as práticas de sustentabilidade. 
Atualmente, já é possível ver como o mundo está demandando, cada vez mais, produtos sustentáveis ou que possuem impacto ambiental reduzido.

Aparelho utilizado para a colheita de grãos de milho

Outros fatores que passaram a impulsionar o movimento em cima da sustentabilidade, além das mudanças que foram aplicadas inicialmente para melhorar a produtividade, foram as pressões por parte da sociedade que clamaram pela adoção de práticas mais ecológicas. De acordo com Roberto Rodrigues, o ex-ministro da Agricultura, para o jornal Estadão, os indivíduos estão pedindo por melhores serviços graças aos avanços na educação e acesso a informações mais assertivas.
O selo de sustentabilidade virou um protocolo seguido por empresas, uma exigência cada vez mais frequente no mercado, nacionalmente e internacional, principalmente pelos países mais desenvolvidos, que passaram a produzir mais em uma camada viável e consciente. 

Também foram identificadas novas formas de iniciativas focadas em sustentabilidade como, o cultivo de produtos orgânicos, a não aceitação de produtos que promovam o desmatamento de forma direta ou indireta, a extração de materiais orgânicos e naturais de maneira sustentável e consciente, a geração de novas formas de energia e aproveitar todos os resíduos produzidos na pecuária e na agricultura. 

Sustentabilidade no agronegócio: os não-transgênicos
Como mencionamos anteriormente, existe um mercado de soja muito prolífico e influente. E nesse mercado, o Brasil comanda. Porém, um ponto a ser destacado aqui é que o nosso país não parece apostar muito no plantio de soja de forma convencional. E é justamente esse modelo que é mais visado entre os produtores agrícolas que seguem em prol da sustentabilidade. Esse modelo é conhecido como “soja livre” ou “não OGM”. 

COLHEITA DE SOJA
Eis uma grande consequência para um produtor rural que passa a investir na preservação ao meio ambiente: lucro. Os mercados, tanto o interno como o externo, avaliam essa participação, principalmente, na questão da emissão de gases poluentes. Também são verificados outros aspectos como quais produtos causam menores impactos e quais dos produtores que têm acesso à tecnologias que permitem o efetivo controle dessas emissões em questão. 

Para termos comparativos, a Europa possui uma demanda anual de 4 milhões de toneladas de soja e a China de 5 milhões. O potencial é enorme. No entanto, por conta de pressões por produtividade competitiva, a soja vem sendo extraída de forma nada sustentável. 

O problema é que mesmo com todo o potencial e alcance, os produtores brasileiros não se interessam pelo desenvolvimento da soja tradicional. Portanto, o seu cultivo “livre” acaba ficando em desuso. Felizmente, o Brasil tem alguns exemplos de produtores sustentáveis no ramo: no Mato Grosso, com 1,2 milhão de toneladas, o equivalente a 13% do total, de acordo com o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), o estado segue em livre cultivo de soja tradicional.

PRODUÇÃO DE SOJA NO BRASIL 
Para manter toda a produção e logística em boa forma, é importante não misturar a soja convencional com a transgênica. Aliás, existem compradores que pagam até mais por um produto que não seja misturado com transgênicos, que são livres de agrotóxicos e hormônios.
Existem outras opções que podem ser feitas para atingir todo o potencial produtivo e de exportação da soja sem colocar em risco à saúde dos trabalhadores envolvidos e manter a boas práticas em relação ao meio ambiente.

Sustentabilidade no agronegócio: o papel do governo
Para colocar em prática as pautas sustentáveis em todos os polos da nossa nação, é necessário que o governo tome medidas para adequar toda a nossa cadeia produtiva e consumidora e passe a pensar mais nas gerações futuras. Uma vez que haja a conservação dos nossos bens naturais, como a água, solo, entre outros, poderemos pensar na geração de produtos e na redução do desperdício. 

PAPEL DO GOVERNO NA SUSTENTABILIDADE 

É importante que as empresas passem a adotar a questão sustentável como ferramenta de negócio. Será uma forma de reter recursos e diminuir o impacto de outros segmentos internos. O agronegócio também corre o risco de perder investimentos internacionais se não apostar no mercado ecológico. Isso por conta das queimadas que acontecem na região da Amazônia, onde há uma imensa pressão internacional para que o Brasil volte a apostar em sustentabilidade. Essa pressão é por meio de agentes governamentais, sociedade, empresas, entre outros.
Formas de praticar sustentabilidade no agronegócio 
Existem formas que, ao serem implementadas, ajudarão o agronegócio a respirar e exalar sustentabilidade pelo ar. Essa cultura será devidamente desenvolvida no seu polo e trará excelentes ramificações para o mercado e a repercussão das práticas utilizadas também será outro belo resultado. Confira algumas delas: 

✅Reduzir o uso de adubos químicos nas plantações;
✅Utilizar técnicas que evitam a poluição dos elementos naturais de uma área, como ar, solo e água; 
✅Utilização de sistemas de captação de água das chuvas para reutilizá-las na irrigação dos plantios; 
✅Suspender processos de diminuição de unidades de conservação, especialmente aos que ameaçam territórios e direitos dos indígenas, quilombolas e outras comunidades tradicionais; 
✅Recuperar a cobertura florestal em segmentos de recarga de redes de bacias hidrográficas.

Segundo a pesquisadora Tatiana Matuk, a sociedade consegue exercer um papel muito importante como influenciador de empresas e do mercado para a adoção de práticas verdes. No entanto, um problema pode existir quando o rótulo de sustentabilidade é utilizado apenas como estratégia de marketing. Tatiana aponta que muitos produtos disponibilizados são vendidos como “ecológicos”, mas não é bem o caso: muitas vezes, apresentam alto consumo de recursos naturais em sua cadeia produtiva, fugindo — e muito — da sustentabilidade.
✅Expandir o monitoramento ambiental de diversos biomas em regiões diferentes do Brasil;
✅Incentivar o aumento da produção de alimentos de maneira sustentável, de acordo com tudo aquilo que já foi comentando até aqui;

✅Ajudar a promover técnicas de modernização das práticas agropecuárias e a fortalecer a preservação ambiental; 
✅Parar a utilização de pesticidas (quando possível) ou usá-lo apenas quando necessário.

✅É indicado não utilizar pesticidas ilegais — de forma alguma! — pois eles contribuem com a contaminação do solo, além de colocar em risco a saúde dos consumidores e dos manipulares dos pesticidas; 
✅Colocar em prática todas as leis e normas trabalhistas em campo para todos os profissionais.

De acordo com o o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), somente no primeiro semestre de 2019, foram registrados 169 produtos agrotóxicos em uso no Brasil. O que tornou um motivo de preocupação e tanta para ambientalistas e outros profissionais de saúde. Além dos problemas que causam à saúde humana, os agrotóxicos também são responsáveis pela contaminação do meio ambiente e e dizimam populações de polinizadores, como as abelhas, por exemplo, importantes agentes para o equilíbrio dos ecossistemas e da própria agricultura.

✅Procurar fontes de energia limpa e utilizá-las, podendo ser: etanol, biomassa, biodiesel, biogás, entre outros; 
✅De forma alguma desmatar florestas para ampliar as áreas agrícolas; 
✅Evitar toda e qualquer forma de desperdício.
✅Aplicar técnicas de reciclagem sempre que possível; 
✅Encontrar alternativas válidas para recuperar áreas degradadas pela irresponsabilidade de más práticas do agronegócio; 
✅Procurar novas fontes e formas de atrair investimentos nacionais e/ou internacionais.

Pensando somente no pilar social da sustentabilidade, a adoção de práticas é capaz de gerar um percentual expressivo de novos empregos e cargos no país. É capaz também de gerar renda especializa à sua mão de obra, além de ser saldo positivo da balança comercial de exportação. 

O agronegócio também é capaz de realizar diversas ações que promovem qualidade de vida aos públicos que o consomem, de forma direta ou não.
✅Desenvolver propostas de aprimorar o financiamento de projetos em prol da produção sustentável; 
✅Implantar o Mercado Brasileiro de Redução de Emissões (MBRE) para remover o carbono; 

✅Implementar um sistema de multas pelo uso ilegal de terras. Ele pode ter uma sobretaxa aplicável a ecossistemas e culturas ameaçadas, além de áreas prioritárias para a conversação da biodiversidade; 
✅Suspender acesso a crédito e apoio para propriedades que efetuem desmatamento ilegal nos espaços; 
✅Aplicar dispositivos de defesa que ajudem terras a lidar com desmatamento ilegal e outras práticas que prejudiquem o meio ambiente.

Quer saber mais sobre o mercado do agronegócio? Então confira outras postagens no nosso SITE!!





Por
Flávio Oliveira
15 de setembro de 2020









terça-feira, 26 de setembro de 2023

DE OLHO NO AGRO PARTE 02

 


O AGRONEGÓCIO É UM DOS SETORES QUE MAIS CRESCEM NO BRASIL.

Sua atuação, que começa no campo, passa pela indústria e chega ao comércio interno e externo.

Neste artigo, você vai entender o que é agronegócio, quais são as principais características do setor e a importância que ele possui para economia brasileira.

Continue a leitura para saber mais!

Conteúdo  
1 O que é agronegócio?
2 História do agronegócio no Brasil
2.1 Cana-de-Açúcar
2.2 Ciclo da borracha
2.3 Ciclo do café
2.4 Cultivo de grãos


3 Quais são as principais características do agronegócio no Brasil?

4 O que se produz no agronegócio?

5 Quais são as etapas do agronegócio?
5.1 Antes da porteira
5.2 Dentro da porteira
5.3 Depois da porteira

6 Como funciona a cadeia produtiva do agronegócio?
6.1 Insumos
6.2 Produção
6.3 Processamento
6.4 Distribuição
6.5 Consumidor Final

7 Quais são os segmentos do agronegócio?
7.1 Alimentos
7.2 Produção de biocombustíveis
7.3 Produção têxtil

8 Qual é o papel da tecnologia no agronegócio?

9 Como está o mercado de agronegócio no Brasil?
9.1 Expansão de área
9.2 Soja
9.3 Milho
9.4 Algodão
9.5 Carnes

10 Qual a importância do agronegócio para economia do país?

11 Conclusão


O QUE É O AGRONEGÓCIO?
Na prática, o agronegócio pode ser definido como o conjunto de atividades econômicas que se relacionam com a produção e comercialização de produtos agrícolas.


COMO PARTE DISSO, TEMOS OPERAÇÕES DE:

Produção de suprimentos agrícolas;

Armazenamento;

Distribuição dos produtos agrícolas;

Itens produzidos por meio dos produtos e suprimentos agrícolas.

Dessa forma, o agronegócio é formado por três setores:


PRODUTORES RURAIS: donos de pequenas, médias ou grandes propriedades rurais, onde há produção agrícola;

FORNECEDORES DE INSUMOS RURAIS: fabricante de maquinários e fornecedores de pesticidas, sementes, equipamentos, fertilizantes, entre outros;

PROCESSAMENTO, DISTRIBUIÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO: frigoríficos, distribuidoras de alimentos, indústrias, supermercados etc.

HISTÓRIA DO AGRONEGÓCIO NO BRASIL 

Antes mesmo de ser nomeado, o Brasil já fornecia pau-brasil para a produção europeia, derivando daí o nome oficial que batizaria o país posteriormente. Nesse sentido, é possível afirmar que essa foi a primeira atividade econômica do nosso país.

Mais tarde, a expansão e o desenvolvimento do Brasil foram diretamente ligados aos ciclos agroindustriais explorados no país.

CANA-DE-ÁÇUCAR
Com a exploração predatória do pau-brasil, a árvore passou a ser considerada extinta. Neste cenário, a lavoura canavieira começou a ganhar espaço e destaque na economia brasileira. As primeiras mudas de cana-de-açúcar chegaram ao Brasil por meio dos portugueses no início do século XVI e foram cultivadas na região do Nordeste.

Logo, o cultivo dessa cultura se tornou responsável pelo desenvolvimento desta região, que na época levou o país ao patamar de melhor criador e exportador de açúcar, se estendendo até o século XVII.

CICLO DA BORRACHA
A partir de 1877, iniciou-se o período conhecido como Ciclo da borracha no Brasil, que foi marcado pelo contrabando de mais de 70 mil sementes de seringueiras do Pará para a Inglaterra.

Nessa época, a produção de borracha se concentrou na região amazônica. Como resultado, houve o desenvolvimento da região norte do país e Manaus ficou mundialmente conhecida.

CICLO DO CAFÉ 
Após o Ciclo da Borracha, o Ciclo do café teve início, já no começo do século XX. Nessa fase, a produção de café se concentrou na região do Vale do Paraíba e impulsionou a economia brasileira em um momento no qual o grão estava em alta cotação na Europa. Posteriormente, o cultivo dessa cultura se estendeu para o interior do Paraná e São Paulo. 

Nessa época, o Brasil encontrava-se em um cenário favorável, já que possuía a maior parte da oferta do produto no mundo. Dessa forma, era possível controlar os preços e decidir como seria a atuação na economia internacional.

No entanto, o crescimento da economia brasileira dependia do aumento populacional dos países consumidores, que eram em sua maioria europeus. No fim, a oferta do café começou a se tornar muito superior do que a demanda, o que levou ao declínio do Ciclo do Café, também afetado pela crise de 1929 nos Estados Unidos.

Em contrapartida, apesar das crises que sofreu, o café ainda representa um excelente produto de exportação e foi responsável pela expansão da região Sudeste.

CULTIVO DE GRÃOS 

Nos anos 70, a agricultura se voltou para o cultivo dos grãos. Nesse contexto, a soja se tornou “a menina dos olhos” como a principal commodity brasileira de exportação, segundo dados do RENAI em 2007.

A partir de então, houve uma expansão do plantio de grãos para o Centro-Oeste do país, que em conjunto com a pecuária, impactou o desenvolvimento econômico da região.

Desse modo, a modernização do campo e a evolução tecnológica permitiram que a agricultura se expandisse para áreas antes consideradas inóspitas, como o cerrado brasileiro localizado no Centro-Oeste.

Assim, houve um aumento da oferta de produtos a serem cultivados e comercializados internacionalmente, o que levou Brasil a ser considerado como “aquele que dominou a agricultura tropical”.

Quais são as principais características do agronegócio no Brasil?

No Brasil, o agronegócio possui características que influenciam diretamente nos resultados obtidos no mercado. São elas: 

Disponibilidade: menos de 10% do território brasileiro é utilizado como área de cultivo.

Ambiente favorável: se refere a abundância de água, solo propício ao plantio e boa luminosidade natural.

Clima difícil: mesmo com ambiente favorável, o agronegócio brasileiro enfrenta desafios com chuvas, estiagem, além de pragas e doenças nas lavouras.

Complexidade: distâncias longas de distribuição da produção são um entrave logístico.

Diversificação: existe um número significativo de produtos, como frutas, flores, hortaliças, açúcar, café, soja, algodão, cacau, madeira, borracha, carnes e ovos.

Empresas familiares: a maioria dos negócios rurais são caracterizados pela sucessão de pai para filhos.

Tecnologia de expansão: devido o avanço da agricultura de precisão, propriedades brasileiras estão cada vez mais aparelhadas e conectadas, por meio do uso de aplicativos e drones.

Concentração em grandes players: o mercado é dominado por poucas empresas de porte gigante, o que remete a um sistema de oligopólio, com menor oferta de preços e condições de pagamento e recebimento.

A soja é uma das principais culturas produzidas no Brasil 

O QUE SE PODUZ NO AGRONEGÓCIO?

Em resumo, o agronegócio está diretamente ligado a produção de itens essenciais para o nosso dia a dia, como:

ALIMENTOS: produtos referentes a cadeia de produção alimentícia, como frutas, verduras, legumes, laticínios e cereais.

BIOCOMBUSTÍVEIS: combustíveis orgânicos produzidos por meio de plantas, como a cana-de-açúcar.

TÊXTIL: produtos desenvolvidos por meio de matérias-primas diversas, de origem animal, como o algodão, o linho e a lã. No geral, esses insumos são utilizados para produzir roupas, artigos de cama, mesa, banho e bens de decoração, entre outros itens.

MADEIRA OU PRODUTOS FLORESTAIS: a madeira e a celulose obtidas a partir do cultivo de árvores são utilizadas na produção de produtos químicos. Além disso, fornece insumos para a indústria moveleira, a construção civil e a produção de papel. 

FUMO: cultivo de insumos, como plantas e folhas, se destinam à produção de tabaco para a indústria tabagista.

Pesquisa e desenvolvimento: corresponde a produção de novas técnicas agrícolas e pecuárias, realização de pesquisa e aplicação de novas tecnologias.

QUAIS SÃO AS ETAPAS DO AGRONEGÓCIO?
De modo geral, o agronegócio é constituído por uma série de operações, como a produção, transporte, distribuição, venda, entre outros.


ESSAS E MAIS ETAPAS SE DIVIDEM EM TRÊS SEÇÕES: 

ANTES DA PORTEIRA
Em síntese, o “antes da porteira” diz respeito ao fornecimento de insumos para a produção rural como fertilizantes, defensivos, semeadora e colhedora, além de suporte financeiro.

DENTRO DA PORTEIRA
Logo após, temos a etapa “dentro da porteira”, que é composta principalmente por produtores rurais de pequeno, médio e grande porte.

Nesta etapa, também podem participar pessoas físicas ou jurídicas, como profissionais autônomos, empresas familiares, cooperativas e associações agropecuária.

DEPOIS DA PORTEIRA 
Por fim, “depois da porteira” é a seção do agronegócio na qual estão os processos de compra, transporte, beneficiamento e venda de tudo o que é produzido até chegar ao consumidor final.


NESSE CONTEXTO EXISTEM OS SEGUINTES AGENTES:

Indústria frigorífica;
Indústria da moda (têxtil e calçados);
Atacadistas distribuidores;
Publicidade e marketing,
Supermercados.







DE OLHO NO AGRO PARTE 01

 


SEMPRE É BOM FICAR DE OLHO NO JORNAL DO AGRO

Empreendimentos brasileiros estão ajudando o desenvolvimento da produção agrícola nacional. Para entender sobre o assunto, conversamos com Cleidson Nogueira Dias, que é supervisor de ambientes para inovação.

VEJA VÍDEO
Agronegócio aumenta investimento em tecnologia
https://www.youtube.com/watch?v=GHrqXoXPFPM

GERAÇÃO RENOVÁVEL
https://www.jornaldoagroonline.com.br/noticias/1400/projeto-isenta-itr-em-propriedade-rural-com-geracao-renovavel

AGRONEGÓCIO: CONJUNTO DAS ATIVIDADES DIRETAS E INDIRETAS QUE ENVOLVEM A AGRICULTURA E A PECUÁRIA

Agronegócio: o que é e características - Brasil Escola
https://www.youtube.com/watch?v=LKoWNlF0-5U




PECUARISTAS DEBATEM SUSTENTABILIDADE

Jornal do Agro Online, [19/09/2023 14:51]

Jornal do Agro Online, [19/09/2023 15:41]

Jornal do Agro Online, [19/09/2023 18:11]

Jornal do Agro Online, [19/09/2023 19:54]

Jornal do Agro Online, [20/09/2023 08:40]

Jornal do Agro Online, [20/09/2023 09:21]

Jornal do Agro Online, [20/09/2023 10:01]

Jornal do Agro Online, [20/09/2023 10:42]

Jornal do Agro Online, [20/09/2023 11:52]



Jornal do Agro Online, [20/09/2023 15:03]

Jornal do Agro Online, [21/09/2023 09:07]

Jornal do Agro Online, [21/09/2023 09:55]

Jornal do Agro Online, [21/09/2023 11:13]

Jornal do Agro Online, [21/09/2023 12:16]

Jornal do Agro Online, [21/09/2023 14:40]

Jornal do Agro Online, [21/09/2023 14:42]

Jornal do Agro Online, [21/09/2023 16:12]

Jornal do Agro Online, [21/09/2023 17:29]

Jornal do Agro Online, [21/09/2023 19:01]









sábado, 23 de setembro de 2023

ALOCAÇÃO DE PROFISSIONAIS DE TI

 


ENTENDA OS BENEFÍCIOS!!

Eficiência, economia, especialização e flexibilidade são as principais vantagens da alocação de profissionais de TI. Por isso, elaboramos este material completo sobre o tema, listando os principais destaques dessa estratégia, que garante mais agilidade e engajamento do que as novas contratações.

Aqui, você encontrará tudo o que precisa saber sobre o assunto. Primeiro, esclarecemos o que é a alocação de profissionais. Em seguida, demonstramos como essa decisão funciona. Depois, explicamos os principais benefícios. E, por fim, demonstramos como você pode implementar essa iniciativa na sua gestão. Então, não perca tempo e acompanhe!

O QUE É ALOCAÇÃO DE PROFISSIONAIS?

Atualmente, o mercado de TI brasileiro atravessa um momento bastante delicado. Primeiro, existe uma escassez evidente de bons profissionais, o que gera uma demanda enorme por pessoas qualificadas. Outro fator que agrega a essa pressão é a popularização das modalidades de trabalho remoto e híbrido, que internacionalizou a disputa por bons profissionais.

Por isso, o mercado de TI nacional está atravessando um momento bastante desafiador no que diz respeito à facilidade dos recrutamentos. Mais do que nunca, as empresas estão precisando oferecer uma série de diferenciais para conquistar novos talentos, o que inclui desde bonificações, comodidades, plano de carreira e remuneração competitiva. 

O momento é tão peculiar que mesmo estratégias consolidadas, tanto por empresas brasileiras quanto internacionais, como o outsourcing de TI, estão sendo deixadas de lado em nome de uma nova abordagem, que está mais ligada a um perfil de atuação estratégica de TI. Aqui, estamos falando da alocação de profissionais.

Nessa iniciativa, a empresa não recorre ao mercado de trabalho em busca de outros profissionais para assumir novos projetos, mas faz esse recrutamento “dentro de casa”. Do ponto de vista prático, o objetivo da alocação é identificar e desenvolver talentos que já existem na empresa e estão sendo subutilizados em projetos mais consolidados ou menos complexos.

Assim, é possível montar novas equipes a partir dos talentos que já estão disponíveis na companhia, sem atravessar a morosidade inerente às novas contratações. Pois, como você sabe, todo novo colaborador tem uma curva natural de aprendizado e engajamento — que é um período de adaptação até que esse profissional consiga trabalhar no auge de sua produtividade.

Com profissionais internos, não existe esse intervalo de ociosidade, pois o colaborador já está habituado com o ecossistema da empresa. Afinal, já existe familiaridade com os valores, as missões, os objetivos, os processos e as pessoas do local. É por isso que entendemos que a alocação é uma estratégia excelente do ponto de vista da eficiência e da economia.

Mas, claro, existem detalhes que precisam ser considerados. Geralmente, a alocação implica novas responsabilidades e expectativas sobre o profissional. E para garantir que o colaborador consiga entregar o que é esperado, é preciso oferecer as ferramentas necessárias para a qualificação do profissional, por meio de treinamentos, certificações e afins. 

COMO FUNCIONA A ALOCAÇÃO DE PROFISSIONAIS DE TI?

Inicialmente, a necessidade pela estratégia de alocação surge pelo mesmo motivo que incentiva uma nova contratação. Ou seja, a gestão identifica uma oportunidade de crescimento com a estruturação de novos projetos e iniciativas e precisa de pessoas competentes para assumir essa nova operação.

É nesse momento que a gestão coloca as duas opções na balança (contratação ou alocação), ponderando os prós e contras de cada decisão. Para muitas empresas, a alocação pode ser a resposta para esse dilema, pois oferece um meio prático e inteligente de aproveitar o talento subutilizado que já existe na empresa — sem precisar elevar os custos, necessariamente.

No entanto, a alocação precisa ser feita de maneira ponderada e analítica. Primeiro, é preciso identificar as características do novo projeto, pois é a partir disso que se cria o perfil ideal para a sua equipe. Por exemplo, digamos que você queira tornar sua empresa mais data driven, e para isso, vai montar um time interno de ciência e análise de dados.

Em vez de recorrer ao mercado em busca de cientistas de dados já certificados, é possível observar o pool de talentos que já existe na casa, selecionando aqueles de perfil mais analítico, com uma inclinação natural para as áreas de análise, abstração e derivação de insights. Depois de identificar esses talentos, é preciso apresentar a oportunidade para esses colaboradores.

Afinal de contas, o objetivo da alocação é justamente a estruturação rápida de novas equipes que estejam engajadas, sem sofrer com uma curva de aprendizado, adaptação e engajamento tão longa quanto a que ocorre com novas contratações. E para conseguir esses benefícios, é preciso contar com a participação e o entusiasmo do profissional que aceita o desafio.

Depois, é preciso investir na qualificação do profissional para as novas responsabilidades. Muitas vezes, a alocação já identifica profissionais que carregam certificações pertinentes para a nova área — como é o caso de desenvolvedores web front-end que também são certificados em Flutter, Kotlin ou Swift, facilitando a transição para as equipes de desenvolvimento mobile.

Feita a qualificação e a atualização em torno de tecnologias importantes para a nova área, é momento de iniciar a operação com esse squad. Outro ponto importante é que, durante a identificação de talentos, a gestão também deve conversar com os tech leads, buscando entender quando uma alocação pode ser prejudicial para as equipes remanescentes. 

Afinal de contas, o objetivo dessa prática é identificar talentos subutilizados — pessoas que têm potencial para fazer mais, mas estão limitadas por trabalharem em projetos muito consolidados (com muita mão de obra disponível e pouco trabalho), ou menos complexos (que não extraem o potencial completo desse talento).

Ou seja, a realocação ideal é aquela que é feita sem causar prejuízos substanciais às outras equipes. Por isso, a alocação precisa ser feita de maneira muito estratégica, sempre ponderando os prós e contras de cada decisão, e estabelecendo as responsabilidades, expectativas e condições de maneira muito clara e transparente com todos os funcionários.

QUAIS SÃO OS BENEFÍCIOS PARA AS EMPRESAS?

As principais vantagens são: ganho de eficiência, economia, especialização e flexibilidade. Com a alocação estratégica, a gestão consegue inicializar seus projetos com mais velocidade, sem necessariamente elevar os custos, além de qualificar as equipes durante o processo. Abaixo, detalhamos cada um desses pontos — confira!

EFICIÊNCIA 

Comparado com qualquer novo modelo de contratação, inclusive considerando os vários tipos de outsourcing, a alocação tende a ser uma estratégia muito mais eficiente do ponto de vista da velocidade de adaptação e da curva de produtividade. Com colaboradores internos, a gestão aproveita todo o histórico de familiarização que já existe nesse profissional.

Assim, é possível montar equipes bastante diversificadas, que já estão engajadas e adaptadas desde o início do projeto. Isso garante um ganho de produtividade substancial, pois não existem todos os receios, dúvidas e inseguranças que são comuns aos novos contratados. Além disso, os profissionais internos já estão perfeitamente imersos na cultura organizacional da empresa.

Outro ponto importante é que os profissionais alocados não precisam de onboarding, que é aquela jornada de embarque do novo colaborador na empresa, em que são apresentados valores, recursos, objetivos e expectativas. No fim das contas, tudo isso se acumula, resultando em equipes mais engajadas, dinâmicas e produtivas desde o primeiro dia do novo projeto. 

ECONOMIA

Atualmente, existem muitas modalidades de contratação, que permitem o crescimento da equipe de forma sustentável e economicamente viável — inclusive, essa é uma das muitas vantagens do outsourcing. No entanto, do ponto de vista estritamente financeiro, contratar e alocar são alternativas com resultados bem distantes.

Não importa o tipo de outsourcing que a gestão faça, pois toda nova contratação eleva os gastos, principalmente quando pensamos na folha salarial. É claro, é possível contratar via PJ e, assim, reduzir substancialmente os custos tributários. Mas, mesmo assim, toda nova contratação resultará no aumento de gastos, pois é preciso remunerar os novos contratados.

Fora isso, também é preciso contabilizar outros custos. Novas contratações exigem o investimento em recrutamento qualificado e onboarding — que, a depender do porte da empresa, podem pesar sobre o orçamento da gestão. Além disso, também existem os custos ocultos, como a ociosidade que é normal aos novos contratados, que ainda não se adaptaram à operação.

Comparativamente, todos esses custos deixam de existir quando você opta pela alocação. É claro que a boa alocação também implica em alguns gastos, como o reajuste salarial dos profissionais selecionados e os custos de qualificação — mas ainda assim, esses valores são substancialmente menores do que os salários das novas contratações.

ESPECIALIZAÇÃO

Geralmente, a alocação implica em um investimento pontual em qualificação, pois é preciso eliminar os gaps de conhecimento dos colaboradores em relação aos novos temas, funções e responsabilidades. No entanto, para boas empresas, isso nunca é visto como algo ruim, pois investir em treinamento e desenvolvimento é investir na qualificação das suas equipes.

Outro ponto importante é que o investimento em qualificação resulta em uma série de outros benefícios, como o aumento da eficiência desse profissional e da sua lealdade à empresa. Este segundo ponto, inclusive, é cada vez mais importante. Quando o profissional se sente valorizado, pois a empresa investe em seu crescimento, ele fica menos propenso a “deixar o barco”. 

Ou seja, no fim das contas, a qualificação é uma estratégia de retenção de talentos. Literalmente, todos ganham nessa equação. A empresa qualifica as equipes, deixando todos mais eficientes, produtivos e capazes de encarar os novos projetos — o que acaba qualificando a qualidade do trabalho e dos serviços prestados.

Por outro lado, o colaborador se beneficia da qualificação, tornando-se ainda mais diferenciado e competitivo no mercado. De igual maneira, ele reconhece que a empresa atual é comprometida com o seu crescimento, e enquanto permanecer nela, continuará acessando oportunidades de certificação, qualificação e desenvolvimento.

FLEXIBILIDADE 

Por fim, vale destacar a praticidade na elaboração de novas equipes, pois todo mundo que trabalha com gestão de pessoas sabe a dificuldade que é recrutar os profissionais certos. Para fazer contratações de qualidade, é preciso investir em processos seletivos qualificados, filtrando todos os candidatos para entrevistar apenas aqueles que oferecem o que a empresa espera.

Também durante essa fase, é preciso identificar se o candidato é compatível com a filosofia da empresa e com o perfil da vaga. Tudo isso pode levar muito tempo, principalmente se o objetivo é fazer uma contratação o mais perto do perfil ideal possível. Com a alocação, todas essas preocupações são deixadas de lado, pois o profissional interno já passou por esses filtros.

Na realidade, o maior desafio na alocação é a ponderação, que é a análise de perda ou ganho de produtividade ao reorganizar as pessoas em outras equipes. Mas se a alocação é uma prática que faz parte da cultura da empresa, fazer isso se torna cada vez mais prático e intuitivo — ou seja, uma solução rápida e flexível para estruturar novas equipes e seus projetos.

COMO FAZER A ALOCAÇÃO DE PROFISSIONAIS DE TI

Existem dois caminhos para uma boa alocação: o interno e o assistido. O caminho interno implica que a gestão da empresa tem um domínio pleno sobre as suas equipes, ou seja, já tem uma noção completa sobre os talentos, forças, inclinações e vulnerabilidades de todos os profissionais. 

Quando a empresa já tem uma visão completa sobre os colaboradores, ela não precisa de ajuda especializada para identificar os talentos e realizar a alocação, e pode fazer isso internamente, sem contratar consultorias. Já o caminho assistido é quando a empresa precisa dessa ajuda, que tenha uma visão perspicaz, externa e imparcial para ajudar na elaboração das novas equipes.

Em nossa visão, não existe caminho errado — o que importa aqui é escolher aquilo que reflete o estado da sua gestão. Muitas vezes, a empresa até tem um bom know how sobre os seus talentos, mas não tem nenhuma expertise na atividade da equipe que quer estruturar, como por exemplo, infraestrutura de rede, ciência de dados ou inteligência artificial.

Nesses casos, novamente, é importante contar com uma ajuda externa, pois um consultor experiente nesses nichos saberá identificar as pessoas que têm o perfil para lidar com esse trabalho. Depois de identificar os talentos internos, com ajuda ou sem, é momento de apresentar essa proposta aos profissionais.

Para os profissionais, geralmente, é muito importante que a oportunidade seja acompanhada por um reajuste salarial pertinente, que corresponda ao acréscimo de responsabilidades e desafios da nova vaga. Dessa forma, a alocação é vista como uma promoção — e, portanto, é menor a probabilidade de recusa.

Aliás, aqui, é importante entender o peso da escolha. Muitas gestões decidem impor a alocação aos seus profissionais, sem consulta ou possibilidade de recusa. Além disso, representa um risco do ponto de vista da CLT, quando a contratação é feita nesse molde, a situação pode gerar um atrito irremediável na relação entre o funcionário e a empresa.

Ao oferecer a alocação como uma proposta, que é envelopada como uma promoção, o profissional se sente muito mais inclinado a aceitar o novo desafio, pois está sendo valorizado para isso. Por fim, é importante monitorar o desempenho dos selecionados nas novas equipes, investindo em qualificação e fazendo o possível para que o time decole.

Como pôde ver, a alocação é uma estratégia sensacional, pois evita o aumento de gastos, eleva o aproveitamento dos talentos da empresa, evita a demora e os custos das novas contratações, e otimiza a jornada de adaptação e treinamento.

Agora que você conhece todos os benefícios da alocação de profissionais de TI, não perca a oportunidade de conhecer uma outra perspectiva importante sobre o tema, fazendo o download do nosso Infográfico com as X vantagens do outsourcing TI!

Fonte:

Meu Positivo









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